ESCOLAS CÍVICO-MILITARES 2020 – Matricula, Como Funciona

Um dos projetos mais falados desde que o governo de Jair Bolsonaro entrou em vigor é a educação militar, que chegaria à população por meio das escolas cívico-militares. De fato, essa já é uma realidade: há escolas desse tipo em várias partes do Brasil, nas quais a rotina dos estudantes é ligeiramente diferente daquela vista nas escolas totalmente civis, sobretudo com relação à disciplina.

A escola cívico-militar não é totalmente administrada por militares: existe uma parceria entre o corpo pedagógico e esses agentes. A ideia principal é reprimir a violência e a insubordinação que se veem nas escolas públicas pelo Brasil. Dessa forma, os estudantes das escolas cívico-militares têm um código de conduta muito mais rígido.

A criação dessas escolas é uma parceria entre o Ministério da Defesa e o Ministério da Educação e vale ressaltar que os militares não retirarão nenhum dos profissionais pedagógicos dos seus cargos. Sendo assim, professores, coordenadores e diretores continuam tendo os mesmos papeis.

Como funcionam as escolas cívico-militares

Já se podem encontrar escolas com atuação militar, mas o projeto do Ministério da Defesa e do Ministério da Educação, na teoria, ainda não está em vigor. Isso porque o plano-piloto ainda será anunciado em 2020 e é importante salientar que são as diretorias das escolas que precisam fazer a adesão.

Sendo assim, o apoio dos militares à unidade educacional não será automático: será necessário que, de acordo com o cronograma, as escolas demonstrem interesse. Inclusive, para ser uma escola cívico-militar, é necessário se encaixar em alguns quesitos:

 

  • Ficar situada em qualquer capital ou área metropolitana;
  • A comunidade deve aprovar o modelo cívico-militar (a direção escolar deve fazer uma pesquisa com os pais dos alunos);
  • É preciso ter baixa nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);
  • Ela deve ter ensino Fundamental e/ou Ensino Médio 

 

Matrículas nas escolas cívico-militares

O sistema de matrículas, provavelmente, não mudará: será preciso respeitar o procedimento de matrícula de cada Diretoria de Ensino, além de a unidade escolar ter vagas para determinada série e período.

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